Agora, uma nova tendência – que já se transforma em movimento – conhecida como “de-centering men” (literalmente “descentralizar os homens”) propõe retirar os homens do centro das decisões, da autoestima e do projeto de vida de muitas mulheres.
Não significa odiar homens, rejeitar relacionamentos ou defender o celibato. Significa perguntar: Quem está no centro da minha vida? Minhas escolhas são guiadas pelos meus valores ou pela necessidade de agradar ou conquistar um parceiro? Meu desenvolvimento pessoal depende da validação masculina?
Trata-se de um movimento cultural e comportamental, impulsionado principalmente por mulheres nas redes sociais, que propõe retirar os homens do centro das decisões, expectativas e da construção da identidade feminina. Sua ideia essencial é simples: uma mulher não deve organizar sua vida em função dos homens.
